A Villa Adriana (em inglês, Hadrian’s Villa) é a vasta residência imperial perto de Tivoli que leva o nome do imperador Adriano. A sua história moderna começa com a sua redescoberta no Renascimento, quando Pirro Ligorio, trabalhando no século XVI para o cardeal Ippolito II d’Este, escavou e sondou as ruínas. Algumas das esculturas e dos mármores que ele encontrou foram reutilizados na Villa d’Este e depois dispersados. Ligorio também deu muitos dos nomes que ainda usamos hoje.
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Villa d'Este e Villa Adriana: sem fila + ida e volta saindo de Roma
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Comprar ingressos →Este guia se limita ao que as nossas fontes conseguem sustentar. A villa foi construída entre 118 e 138 d.C., segundo a bilheteria oficial da VILLAE. É Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1999, segundo a inscrição da UNESCO e a página oficial da Villae.
Qual era o tamanho da Villa Adriana?
Segundo o órgão administrador, a villa cobria originalmente pelo menos 120 hectares, e cerca de 40 hectares podem ser visitados hoje. Essa escala explica por que ela costuma ser descrita como um complexo de pavilhões, termas, jardins e áreas de serviço, e não como um único palácio. Para saber o que de fato dá para ver, leia o que ver na Villa Adriana.
Quando a Villa Adriana foi redescoberta?
A villa foi redescoberta durante o Renascimento, quando o interesse pela Roma clássica levou estudiosos e mecenas a explorar seus vestígios. Não temos um ano verificado para esse momento, então trate-o como um período e não como uma data.
Quem foi Pirro Ligorio e o que fez aqui?
Pirro Ligorio foi uma figura do século XVI que trabalhou para o cardeal Ippolito II d’Este. Fontes secundárias relatam que ele realizou escavações e sondagens (scavi e saggi) na villa. O mesmo mecenas está por trás da criação da Villa d’Este em Tivoli, e é por isso que os dois sítios estão tão ligados na história de Tivoli.
O que aconteceu com os achados?
Esculturas e mármores da villa foram em parte reutilizados na Villa d’Este. Depois, foram dispersados entre antiquários e museus. Essa é uma das razões pelas quais achados da Villa Adriana aparecem em coleções longe de Tivoli, enquanto o sítio em si é hoje sobretudo ruínas e estruturas. Os museus do próprio sítio e a maquete ajudam a completar o quadro; veja o que ver.
Por que os pavilhões têm os nomes que têm?
Ligorio atribuiu muitos dos nomes que ainda são usados para os pavilhões. Assim, nomes como os da lista oficial devem ser entendidos como rótulos tradicionais, e não necessariamente os nomes usados na Antiguidade. A lista oficial inclui o muro do Pecile, o Canopo, o Teatro Marítimo, a Praça de Ouro, as Grandes e as Pequenas Termas, a Sala dos Filósofos, as Bibliotecas, o Triclínio Imperial e os Hospitalia.
Como as duas villas se relacionam?
| Sítio | Relação |
|---|---|
| Villa Adriana | Residência imperial antiga, explorada por Ligorio |
| Villa d’Este | Criada para o cardeal Ippolito II d’Este; recebeu mármores e esculturas reutilizados da villa antiga |
Hoje as duas são administradas pelo mesmo instituto, a Villae (Istituto Villa Adriana e Villa d’Este), parte do Ministério da Cultura da Itália. É também por isso que um único passe, o Villae Pass, cobre as duas. Para a história do jardim renascentista, veja a história da Villa d’Este.
Quando foi construída e o que ainda é incerto?
A villa data de 118-138 d.C., segundo a bilheteria oficial da VILLAE. Foi inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO em 1999, segundo a inscrição na UNESCO.
Como ver essa história no local?
Use os painéis informativos espalhados pelo sítio e visite os museus e a maquete, que têm horários próprios; veja as dicas de visita. Para combinar as duas villas em uma viagem, leia Villa Adriana e Villa d’Este em um dia. A página oficial é villae.cultura.gov.it, e a nossa visão geral está em Villa Adriana.


